Sabemos que enquanto pais “suficientemente bons”, nada é mais importante que amar os nossos filhos e ajudá-los a crescerem para uma vida adulta feliz, bondosa e com responsabilidade.
Muitos pais perdem a cabeça com os filhos diante da falta de paciência, mas é importante utilizarmos do nosso bom senso e coerência para achá-la novamente. Se formos um pouco mais conscientes, essa falta de paciência e até mesmo uma explosão que pode nos ocorrer, pois somos humanos e também erramos com quem amamos, pode ser devidamente reparada.
Este não é o problema, porque iremos errar com nossos filhos, isso é fato. Mas temos por obrigação que reparar os nossos erros e podarmos nossos excessos, nos permitindo passos saudáveis em direção aos nossos filhos e pedirmos desculpas, sempre que preciso for.
As crianças possuem uma grande capacidade de perdoar e de se refazerem diante dos nossos excessos, porém para que isso aconteça um adulto precisa admitir que se excedeu. Devemos sintonizar as nossas ações aos nossos sentimentos.
Por isso, até para sermos bons pais o nosso coração precisa está no lugar certo para amarmos de maneira saudável, sem cobranças, projeções e intolerância. É necessário identificarmos as nossas dificuldades, só assim seremos livres para amarmos nossos filhos do jeito que eles merecem e precisam ser amados.
Toda boa educação precisa de um equilíbrio, tem que existir o meio termo, entre limite e amor.
Precisamos sempre estabelecermos pontes em direção aos nossos filhos e na medida em que eles crescem, novas pontes devem surgir, para não perdermos nossos filhos e o controle da situação.
Educar um filho passa pelo processo de sacrifícios, mas também pela satisfação.
Pergunte-se:
“Será que hoje eu construí uma ponte favorável entre eu e meu filho(a)?”
“O que precisa ser modificado nesta relação?”
“O que precisa ser retomado?”
"Será que as dificuldades do momento e a falta de paciência têm dificultado eu dar o meu melhor enquanto mãe/pai?”
Se não fizermos essas reflexões extremamente saudáveis as nossas relações perdem a qualidade, caso contrário ficamos a margem de quem mais amamos.
A maternidade e a paternidade é um exercício diário de amor, disciplina e observação.
Muitos pais perdem a cabeça com os filhos diante da falta de paciência, mas é importante utilizarmos do nosso bom senso e coerência para achá-la novamente. Se formos um pouco mais conscientes, essa falta de paciência e até mesmo uma explosão que pode nos ocorrer, pois somos humanos e também erramos com quem amamos, pode ser devidamente reparada.
Este não é o problema, porque iremos errar com nossos filhos, isso é fato. Mas temos por obrigação que reparar os nossos erros e podarmos nossos excessos, nos permitindo passos saudáveis em direção aos nossos filhos e pedirmos desculpas, sempre que preciso for.
As crianças possuem uma grande capacidade de perdoar e de se refazerem diante dos nossos excessos, porém para que isso aconteça um adulto precisa admitir que se excedeu. Devemos sintonizar as nossas ações aos nossos sentimentos.
Por isso, até para sermos bons pais o nosso coração precisa está no lugar certo para amarmos de maneira saudável, sem cobranças, projeções e intolerância. É necessário identificarmos as nossas dificuldades, só assim seremos livres para amarmos nossos filhos do jeito que eles merecem e precisam ser amados.
Toda boa educação precisa de um equilíbrio, tem que existir o meio termo, entre limite e amor.
Precisamos sempre estabelecermos pontes em direção aos nossos filhos e na medida em que eles crescem, novas pontes devem surgir, para não perdermos nossos filhos e o controle da situação.
Educar um filho passa pelo processo de sacrifícios, mas também pela satisfação.
Pergunte-se:
“Será que hoje eu construí uma ponte favorável entre eu e meu filho(a)?”
“O que precisa ser modificado nesta relação?”
“O que precisa ser retomado?”
"Será que as dificuldades do momento e a falta de paciência têm dificultado eu dar o meu melhor enquanto mãe/pai?”
Se não fizermos essas reflexões extremamente saudáveis as nossas relações perdem a qualidade, caso contrário ficamos a margem de quem mais amamos.
A maternidade e a paternidade é um exercício diário de amor, disciplina e observação.
